Vem! Me pega com jeito, aperta minhas coxas, me chupa de novo, me joga de lado, me puxa ofegado e me traz a adrenalina fatal. Já posso sentir meu colo molhado, seu corpo colado, seu jeito selvagem de tratar uma mulher. O silêncio da respiração, o barulho da inquietação, me faz arrepiar, quero sentir essa sensação. Seus músculos suados, seu abdômen sarado, meu coração acelerado, me faz pedir mais. O momento gostoso, a ligação sexual, o clima animal, me dá prazer genial. Minhas unhas em tuas costas arranham, feito gato sem manha, meu pescoço marcado, chupado, ainda pode gerar polêmicas tamanhas. Essa transa magnífica, detalhada por lembranças, nem a química, nem a física poderia esclarecer. O teu gozo molhado, o meu gemido incontrolável, deixou minha cama bagunçada e momentos anestésicos de prazer. Aquele clima só nosso, aquele cheiro só seu, aquela cor só minha, termina em nudez. Aquele vento entre nós que seca cada gota de suor, mistura com a olência da nossa relação. Os batimentos desacelerados, os pensamentos inapropriados, o desejo saciado, os hormônios relaxados, o clima equilibrado, dormir agora seria o mais apropriado.